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Mostrando postagens de 2009

Receita de arroz da Carol Bassi, hum!

minha receita.... pica meia cebola de tamanho médio em pedaços bem pequenos complete o fundo da panela com azeite quando o azeite estiver quente (fogo médio pra alto) coloque a cebola e mexa vai subir aquele cheiro gostoso e a hora q a cebola estiver dourando coloque uma colher rasa de alho picado quando o alho estiver dourando (é bem rapido) coloque o arroz e dê uma fritadinha nele coloque água a água deve ficar uns 2, 3 dedos pra cima do nível do arroz mude pra fogo baixo, tampe a panela e deixe uns 20 minutos a partir daí é só abrir a panela e conferir de tempos em tempos...qdo restar só um tantinho, bem pco mesmo de água no fundo desligue o fogo, tampa a panela de novo e deixe mais uns 5 minutos. se vc gosta de sal e temperos exxtra a hora de colocar é logo depois q vc coloca a agua na panela bjo

A Alegria era ali mesmo!

Quando eu era criança minha mãe as vezes, sempre às terças feiras, me levava ao centro da cidade para comprar roupas no Mappin e para almoçar no restaurante vegetariano da Praça da República. Era fantástico! a gente passeava, andava pelas ruas cheias: rua Direita. Depois a gente ia até a Livraria Canuto e pegava o Tute para ir conosco. Felicidade não tinha tamanho ali! Hoje acordei pensando nisso. Lembrando deles. Minha mãe pode ter feito muita bobabgem na vida... mas viveu! de verdade! Criou 7 filhos, criou uma linha de pensamento e revolucionou um jeito de educar, criou uma pedagogia própria. Minha mãe reinventava a vida todos os dias. Foi uma mulher que conheceu o amor. O Tute... Esse era um homem único, simples, delicado. Através do olhar que tinha sobre o mundo me transmitia uma doçura que nunca mais saberei encontrar. Me contava histórias para dormir com um sotaque musical e germânico, que ainda hoje, ao fechar os olhos,consigo escutar. Ao mesmo tempo vejo seus olhos azuis claro...

Minhas meninas

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Hoje a Tathy me perguntou como é ser mãe de duas quase mulheres... Respondi que é incrível e muito gostoso. Todo mundo sempre associa a maternidade a bebês e crianças. Ser mãe de duas pessoas formadas, com idéias próprias, críticas, divertidas, que trocam com você, que agregam coisas muito novas para você, isto é maravilhoso. É difícil também, Quando elas não estão perto, quando estão mais dentro do próprio umbigo do que perto de você... é duro também ver uma filha sofrer. De amor então, eu não aguentaria! porque não dá para fazer nada... o sofrimento de um bebê ou de uma criança nós, pai e mãe conseguimos mais ou menos aliviar...febre, dor disso ou dor daquilo. Agora, dor de amor? Não tem como. Filhos, filhas. Para sabê-los é preciso tê-los.

Vai devagar, Alice!

FAMÍLIA

Depois de tanto assim tão pouco me deixa ficar? Depois de tudo, soltos no mundo vale voltar? Recomeço em cada manhã a saudade dela, agora dele, do que fomos nós Família encontro amor.

Irmãos

Tenho cinco irmãos. Não, na realidade são seis. Três homens e três mulheres: uma irmã não é de sangue, é filha do marido da minha mãe. Isto é uma longa história. A narrativa se faz de assombros, risadas, lembranças desconexas que tecem um fio único que pode ter sua origem em 1914, em 1934 ou em 1964... Sempre me espantou esta repetição de um mesmo algarismo. A história poderia começar em Berlim, no início do século, em Caratinga na década de trinta ou em Belo horizonte às vésperas do golpe de abril de 64. Tão difícil iniciar esta escrita! Tentarei. Quando minha mãe tinha 23 anos ela se apaixonou por outro homem, estando casada com meu pai. Eles viviam na zona sul de São Paulo, na periferia, em Sto. Amaro, mais especificamente em um bairro chamado Chácara Sto. Antônio. Viviam em uma casinha pequena, de dois quartos, sem luxo algum, sem geladeira. As verduras eram mantidas dentro de bacias com água para não estragar. A barriga do terceiro filho ou filha já estava adiantada no dia ...

Começar, enfim!

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Há muito penso que preciso criar um blog. Nos últimos tempos não conseguia criar vergonha na cara para parar de agir como um peixinho limpa vidro, que faz, faz e faz para me dedicar um pouco (deveria ser muito) àquilo que me faria muito mais sentido: a escrita sobre a vida, esta via, única, com rumo certo, de uma só mão, que pode ser trilhada de "n" maneiras indizíveis e nos levar a tantas vivências fantásticas. Uma frase do Guimarães Rosa, de um livro de poemas/textos soltos AVE PALAVRA, me vem à cabeça sempre: " Todavia, e a vida são sempre outros rumos que não os nossos..." Que rumos são estes? O que é isto que nos acometeu um dia, lá atrás, e que não cessa sem cessar? Pinga uma gota em mim alma Cai leve e quase se esfacela a vida Começar algo é sempre muita responsabilidade. Abre-se laços e cativa-se afetos que devem ser tomados para si com muita atenção. A escrita é porta mágica que permite talvez um novo e íntimo diálogo. Sobre amor através da dor seja onde fo...