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Mostrando postagens de 2011

12 de Outubro de 2011 - 20 anos de Giulia

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Acordo às duas horas da manhã sem sono. Insônia brava. Levanto para escrever. Minha filha Giulia completa 20 anos. Primeira filha. Toda experiência do mundo vivida com ela.

Coração de mãe se alegra fácil, fácil!

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Hoje, 14 de Agosto de 2011, é Dia dos Pais "- Mãããããããããããããããããããããããe!" Alice acorda. Vou até sua caminha e ela toda molinha e quentinha me diz: "- Fix xix na fralda..." A fralda. Quase 4 anos e ainda não conseguimos tirar a fralda da noite. - "Quando eu tiver 4 eu não vou mais usar fralda, né mãe?" - Não, Alice, e você já está quase lá! Pego ela no colo, abraço gostoso e levo para nossa cama, onde todos os dias ela dorme mais umas duas horas, aproveitando o calorzinho do pai. Eu depois disso sempre saio e vou andar, ou nadar, ou escrever como hoje... Coloco ela na cama e me aconchego a seu lado, sentindo o perfume único que sempre a envolve de manhã, feito de sonho, infãncia e folhas de Marcela. Arrisco não dar a mamadeira para ver se ela começa a aprender a não tomar mais Tetê de manhã. Outra meta dos 4! "_ eu já tenho 4, mãe?" - Não, Alice, ainda não. Porque?" - Porque criança de 4 é que não pode mais ganhar Tetê, não ...

Reflexão em pleno inferno astral.

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Dia 19 é meu aniversário. Voltei a fazer análise depois de uma interrupção de 3 anos. Importante decisão em minha vida. Pergunta que não quer calar: "Porque as pessoas que mais ajudei, apoiei e incentivei em minha vida não retribuem meus gestos?" Será que ajudei mesmo? Será que fui aquém? Porque me sinto credora e não devedora? Que sensação é esta de sempre me sentir usurpada? Gentileza deve gerar gentileza. Reflexão e corte. Vou responder em capítulos. longa análise. Sinto que vem aí um expressivo crescimento. Não vou mais dourar a pílula! Ufa, libertador.

Minha mãe enviou a roupa do primeiro dia de vida da Alice!

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Há 3 anos e meio, pouco antes da minha filha Alice nascer, escrevi este texto e o compartilhei com alguns amigos... É uma das histórias mais incríveis que já vivi. Minha mãe, Celma, era uma mãe muito dedicada e muito prestativa para com as pessoas todas a sua volta. Era uma dona de casa ímpar: ao mesmo tempo que era bagunceira com suas coisas pessoais, era impecável com as roupas de cama, mesas sempre bonitas para o café da manhã, almoço e jantar, caixinhas e vasinhos de flor no lavabo, com toalhinhas de linho brancas bordadas à mão... um mimo! Como avó então, imbatível! Todos os netos eram apaixonados e são até hoje fiéis à memória dela... Ela tinha um ritual sempre que um neto ia nascer. Acreditava piamente que a primeira roupa que um bebê veste é muito importante. A Roupa do primeiro dia era algo sagrado para ela! Trazia a boa sorte da vida! a Saúde, a alegria, todo o amor do mundo para aquele novo ser. Minha mãe sempre comprou a roupa do primeiro dia das minhas filh...