Sonetos de um amigo
Cada um dos sonetos de Ives Gandra da Silva Martins me toca a alma de uma forma diferente.
Alegria, melancolia, cumplicidade, saudades... o poeta tem o poder de nos levar a lugares intangíveis...
Uma história de vida toda descortina-se em singelas letras, tons, imagens.
A sonoridade de cada verso imerge
dia após dia
verso após verso
no ano de 2010...
O UNIVERSO E O MEU CANTO
Eu ao meu canto volto uma vez mais,
Na busca de sentido de seu verso,
Descobrindo, nas hortas e quintais,
Uma estrada maior do que o Universo.
Navego pelas cordas temporais,
Daqueles sonhos em que estou imerso.
Desvendo pelo olhar minas de sais
Que se encontram detrás do céu disperso
Galaxias, quasares, tantos astros
Aos bilhões nos espaços incolores
Eis o infinito cosmos, tão escuro.
Meus ideais por ele deixam rastros,
Colorindo o negror com muitas cores,
Enquanto em minha vida inda perduro.
Jaguariúna, 10/01/2010.
Alegria, melancolia, cumplicidade, saudades... o poeta tem o poder de nos levar a lugares intangíveis...
Uma história de vida toda descortina-se em singelas letras, tons, imagens.
A sonoridade de cada verso imerge
dia após dia
verso após verso
no ano de 2010...
O UNIVERSO E O MEU CANTO
Eu ao meu canto volto uma vez mais,
Na busca de sentido de seu verso,
Descobrindo, nas hortas e quintais,
Uma estrada maior do que o Universo.
Navego pelas cordas temporais,
Daqueles sonhos em que estou imerso.
Desvendo pelo olhar minas de sais
Que se encontram detrás do céu disperso
Galaxias, quasares, tantos astros
Aos bilhões nos espaços incolores
Eis o infinito cosmos, tão escuro.
Meus ideais por ele deixam rastros,
Colorindo o negror com muitas cores,
Enquanto em minha vida inda perduro.
Jaguariúna, 10/01/2010.

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