Luz
É madrugada e acordei por causa de minha filha mais velha, Giulia, chegando em casa com o namorado, Pietro. (Na foto acima estão os dois e nossa pequena Alice).
O 4.o soneto segue aqui agora.
Do livro MEU DIÁRIO EM SONETOS de Ives Gandra da Silva Martins
LUZ
As dores são contínuas, toleráveis,
Limitam-me no andar e no sentar.
Pouco importam, os netos adoráveis,
Minha alegria fazem transbordar
O tempo desde há muito é de colheita.
O tempo de cultivo é já passado.
O futuro desfaz-se, desta feita,
Do presente, marchando lado a lado.
Só Deus é que conhece o que me resta,
Os médicos perdidos, sem caminho.
Não sinto, todavia, o fim da festa,
Na trilha que percorro, tão sozinho.
Tranquilo, como sempre, vejo luz,
Que se encontra por trás de minha cruz.
Jaguariúna, 04/01/2010
O 4.o soneto segue aqui agora.
Do livro MEU DIÁRIO EM SONETOS de Ives Gandra da Silva Martins
LUZ
As dores são contínuas, toleráveis,
Limitam-me no andar e no sentar.
Pouco importam, os netos adoráveis,
Minha alegria fazem transbordar
O tempo desde há muito é de colheita.
O tempo de cultivo é já passado.
O futuro desfaz-se, desta feita,
Do presente, marchando lado a lado.
Só Deus é que conhece o que me resta,
Os médicos perdidos, sem caminho.
Não sinto, todavia, o fim da festa,
Na trilha que percorro, tão sozinho.
Tranquilo, como sempre, vejo luz,
Que se encontra por trás de minha cruz.
Jaguariúna, 04/01/2010

Comentários
Postar um comentário